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Archive for Dezembro, 2007

DESTAQUES INDIVIDUAIS NO CAMPEONATO

Quarta, Dezembro 26th, 2007

Perto do final da primeira volta da Liga Portuguesa 2007/08 aqui ficam os destaque individuais por posição dos jogadores dos “3 grandes”, segundo a Football Ideas:grjpg.jpgdfjpg.jpgmdjpg.jpgpontasdelanca2j.jpg

Destaques das estatísticas dos grandes na 13ª jornada

Quarta, Dezembro 19th, 2007

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FC Porto, 2 – V. Guimarães, 0
13ª jornada
15.12.07

- O FC Porto não perde para o campeonato desde o jogo no Bessa da época passada (29 de Abril de 2007), ou seja, há 16 encontros e quase 8 meses.
- Os portistas marcaram pelo menos um golo em todos os jogos do campeonato (melhor ataque com 23 golos -1,8 de média por jogo), mantendo a defesa menos batida da prova (4 golos, com média de 0,3 por jogo).
- A equipa marcou mais dois golos dentro da grande área do adversário (19º num total de 23), com Lisandro a conseguir o seu 11º golo em 12 jogos na prova (no ano passado somou total de 8 e no anterior 7).
- Este foi um jogo marcado pelo grande equilíbrio nos dados ofensivos das duas equipas: os vimaranenses até tiveram vantagem nos remates efectuados (12-11), com igualdade nos remates na área (7), mais remates no alvo portistas (5-4) e mais perigosos para os de Guimarães (5-4).
- O Vitória conseguiu ainda maior número de cruzamentos (26-10) e de cantos (7-1), registando-se igualdade no número de livres perto da área. Desta forma, é a primeira equipa que consegue dados ofensivos semelhantes ou até superiores ao FC Porto no Dragão neste campeonato (no anterior, apenas o Sporting o havia conseguido).
- A maior diferença entre as duas equipas acabou por se verificar em termos de aproveitamento dos remates realizados (pesem as duas grandes oportunidades de golo portistas na primeira parte, que ao serem concluídas de forma desastrada nem contaram como remates perigosos). Registe-se a relação remate-golo portista neste jogo (18,1%, bem acima da média desta temporada, 12,5%)
- Pode-se ainda destacar o maior número de remates do FC Porto na primeira parte (7, contra apenas 4 na segunda) sendo que curiosamente seria na etapa complementar que os portuenses marcariam os seus 2 golos (em 4 tentativas)
- Nesta segunda parte seria o Vitória a contar com mais remates (8, num total de 12), incluindo 3 perigosos (de um total de 5), conseguindo mais 1 do que os campeões nacionais neste período.
- Importante destacar o papel determinante da dupla Lisandro-Lucho na campanha portista 2007/08 também na obtenção de golos: entre Liga dos Campeões e Campeonato Lisandro tem 13 e Lucho 4 (total de 17) num total de 31 da equipa (correspondendo a 55%). Se as estes juntarmos os golos de Ricardo Quaresma (6: 4 no campeonato e 2 na Liga dos Campeões) falamos de 23 em 31 golos: 75%.
- A equipa portista voltou a não apresentar uma grande capacidade de construção de jogo com apenas 9 passes de ruptura (5+4), com destaque para os 3 passes de ruptura de Paulo Assunção que mais do que duplicou a sua média no campeonato neste particular (1,4 por jogo).
- Os portistas voltaram a não apostar muito nos cruzamentos para a área contrária, talvez por conhecerem a capacidade da defesa vimaranense nesta vertente (apenas permitiram 1 remate de cabeça aos portistas). Ainda assim o flanco esquerdo do FC Porto foi bem mais produtivo (7 cruzamentos), com Quaresma e Cech a realizarem 2 cada um. Também Bosingwa, no flanco direito, foi mais comedido do que o habitual com apenas 1 cruzamento em cada parte.
- Neste jogo, os portistas mostram um défice claro entre perdas de bola (54) e recuperações (35), pecando ainda pelo elevado número de perdas de bola em meio campo próprio na segunda parte (8, contra nenhuma na primeira parte), incluindo 3 em zonas muito perigosas. Este dado mostra ainda que o Vitória pressionou bastante na segunda parte.
- A equipa portista conseguiu ser muito pressionante no meio campo adversário na primeira parte (8 roubos de bola nesta zona), mas perdeu essa agressividade na segunda parte, com apenas 4 recuperações deste tipo. Raul Meireles foi o melhor recuperador em meio campo contrário (3).
- Depois de um início de campeonato em que aproveitou muito bem os lances de bola parada (principalmente livres, que resultaram em 6 golos), o FC Porto voltou a não tirar partido destas situações, como acontece já há 6 partidas. A equipa ainda não conseguiu qualquer golo de canto neste campeonato.
- Os portistas cometeram menos faltas do que os vimaranenses: 15 faltas contra 18, vendo apenas 1 cartão amarelo, menos 1 do que o adversário, continuando “virgens” em termos de expulsões.

- MELHOR EM CAMPO DO FC PORTO: Lisandro Lopez
- 1 golo
- total de 3 remates
- 1 passe de ruptura
- 1 cruzamento
- 2 recuperações de bola
- 5 perdas de bola
- 2 cortes
- 3 faltas cometidas
- 2 faltas sofridas

Marítimo, 1 – SPORTING, 2
13ª Jornada
16.12.07

- O Sporting voltou a ganhar para o Campeonato (não o fazia desde 4 de Novembro)
- O Sporting marcou por duas vezes dentro da área (como 18 dos apontados na prova) e tem neste momento 20 golos marcados, à média de 1,5 por jogo, contra 1,8 por jogo na temporada passada.
- A equipa leva já 11 golos sofridos, contra 15 na temporada passada em toda a competição. A equipa sofreu 1 golo dentro da área neste jogo, tal como 10 dos 11 que leva concedidos no campeonato. E permitiu o 6º golo de “bola parada”, tantos como em todo campeonato 2006/07.
- O domínio do Sporting neste jogo foi apenas territorial (55% de posse bola), já que os números ofensivos das duas equipas apontam para um grande equilíbrio: 12-12 em remates; 7-6 em remates na área e 6-5 em remates perigosos favoráveis aos Leões; 6-4 em remates no alvo favoráveis aos insulares; Já no domínio dos cruzamentos existiu diferença clara, 23-7 para o Sporting, assim como em cantos, 6-2, e livres perto da área, 5-1.
- Os Leões foram mais esclarecidos e perigosos na segunda parte, designadamente após sofrerem o golo, conseguindo mais remates (7 num total de 12), mais remates no alvo (3 em 4) e mais remates com perigo (5 em 6).
- Para isso contribuiu bastante um número superior de cruzamentos realizados na segunda parte (16 num total 23), com grande destaque para o flanco direito, com total de 15 cruzamentos deste lado (13 dos quais na segunda parte). Abel destacou-se nesta função, com 6 cruzamentos efectuados.
- O Sporting voltou a apresentar números confrangedores ao nível dos passes de ruptura, (total de 2, 1 em cada parte), com a ausência de Romagnoli fazer-se sentir, já que é o único jogador capaz de manter um nível elevado (média de 2,3 passes de ruptura por jogo no campeonato) neste particular. A equipa leva uma média de 7,2 passes de ruptura por jogo, bem abaixo dos seus dados da época passada (12,9).
- Os leões voltaram a estar muito abaixo dos seus dados ofensivos no presente campeonato: remataram 12 vezes contra 15,4 de média; acertaram 4 vezes no alvo contra 6,3 de média; tiveram 6 remates perigosos contra 8,4 de média. Nota-se aliás uma progressiva descida das médias do ataque leonino no campeonato.
- Os leões conseguiram manter a tendência habitualmente positiva na relação entre recuperações (50) e perdas de bola (47). Os leões estiveram bem também ao nível das perdas de bolas no seu meio campo: apenas 3 contra média de 6,4 por jogo na prova.
- Muitas faltas cometidas pelas duas equipas (21 para o Sporting, 16 para o Marítimo), igualmente muitos cartões amarelos (9, 5 dos quais para Sporting).

- MELHOR EM CAMPO DO SPORTING: Vukcevic
2 golos
total de 4 remates
3 recuperações
5 perdas de bola
2 cortes
3 cruzamentos
2 faltas sofridas
3 faltas cometidas
1 cartão amarelo

Belenenses, 1 – BENFICA, 0
13ª Jornada
15.12.07

- Benfica perdeu segundo jogo consecutivo, depois de ter estado 32 jogos sem perder para o campeonato (durante um ano).
- Os encarnados completaram neste encontro sete jogos seguidos a sofrer sempre golos (depois de 5 consecutivos sem sofrer qualquer tento).
- O Benfica voltou a não marcar qualquer golo, o que sucede pela quinta vez no presente campeonato. Os encarnados continuam, no entanto, a ser o segundo melhor ataque da prova com 22 golos, à média de 1,8 golos por jogo, exactamente igual à da época passada.
- A equipa sofreu o seu oitavo golo na prova (todos concedidos dentro da grande área).
- O Belenenses rematou mais do que o Benfica (11-7), conseguindo ainda mais remates no alvo (2-1) e com perigo (2-1). Os benfiquistas cruzaram mais (14-11) e tiveram mais cantos (7-2) numa partida em que tiveram mais posse de bola (52%).
- Os dados ofensivos do Benfica neste jogo são os mais reduzidos de toda a temporada: ainda não haviam descido dos 10 remates num jogo, nem dos 3 remates perigosos. Note-se que os encarnados rematam em média 14,2 vezes por jogo no campeonato, 6,5 vezes com perigo.
- A primeira parte dos benfiquistas foi especialmente fraca, com apenas 3 remates (2 de fora da área) sem acertar no alvo ou provocar qualquer perigo. A equipa realizou neste período apenas 4 cruzamentos (do total de 14 em todo o jogo)
- Os encarnados voltaram a apresentar pouca capacidade de construir jogo ofensivo: apenas 7 passes de ruptura (4+3), demonstrando ainda grande dependência de Rui Costa neste aspecto (4 passes de ruptura).
- Os encarnados não conseguiram manter o seu habitual equilíbrio entre bolas recuperadas (51) e perdidas (61). A equipa esteve um pouco abaixo do seu nível nas bolas recuperadas em meio-campo adversário (11, contra média no campeonato de 15,5), e manteve-se nos níveis habituais em termos de perdas de bola no próprio meio campo (6), embora tenha perdido muitas vezes o esférico nesta zona na primeira parte (5).
- O Belenenses realizou uma partida equilibrada, sem brilhantismo, mas com consistência, apostando mais nos ataques pelo lado esquerdo, explorando as debilidades defensivas de Nélson (8 cruzamentos deste lado contra 3 do direito).
- Grande igualdade entre as duas equipas nas faltas cometidas (15 do Belenenses e 14 do Benfica).
- MELHOR EM CAMPO DO BENFICA:Rui Costa

- 2 remates
- 4 passes de ruptura
- 1 passe em profundidade
- 3 cruzamentos
- 3 recuperações de bola
- 1 corte
- 8 perdas de bola
- 3 faltas cometidas
- 2 faltas sofridas
- 1 cartão amarelo (por indisciplina)

Os dados do clássico

Quinta, Dezembro 6th, 2007

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PRINCIPAIS DESTAQUES JOGO BENFICA

- Benfica viu interrompida série de 32 jogos sem perder para o campeonato (desde há mais de um ano: Novembro de 2006, em Braga, 1-3), ao mesmo tempo que perdeu primeiro jogo na condição de visitante em quase 2 anos (última derrota acontecera em Janeiro de 2006, frente ao Sporting : 1-3)

- O Benfica voltou a não marcar qualquer golo, o que sucede pela quarta vez no presente campeonato. Os encarnados continuam, no entanto, a ser o melhor ataque da prova com 22 golos, à média de 1,8 golos por jogo, exactamente igual à da época pasada.

- A equipa sofreu o seu sétimo golo na prova (todos concedidos dentro da grande área).

- O Benfica rematou mais do que o FC Porto (19-13), mas os números relativos aos remates na área e com perigo são muito semelhantes: os portistas tiveram mais remates na área (8-7), e registou-se o mesmo número de remates perigosos (5-5).

- O Benfica permitiu o domínio portista na primeira parte, com mais remates (9-7), mais remates no alvo (4-2) e com perigo (4-2), em grande parte porque os encarnados perderam o meio campo para os nortenhos, permitindo muitas recuperações no seu meio campo e realizando poucas acções deste tipo no meio campo contrário (apenas 5, contra 9 na segunda parte). Ao mesmo tempo, a equipa lisboeta raramente foi capaz de dar profundidade ao seu jogo, realizando apenas 4 passes de ruptura (contra 6 na segunda parte) e 1 longo (nenhum na segunda parte). Mais uma vez o Benfica esteve quase totalmente dependente de Rui Costa neste particular, com 3 passes de ruptura realizados.

- Registou-se uma forte reacção benfiquista na segunda parte (12-6 em remates; 3-1 em remates com perigo; 4-1 em remates no alvo), graças sobretudo a uma maior agressividade no meio campo, com mais recuperações de bola, mas também com uma maior aposta nos cruzamentos (justificada também pela entrada de mais um ponta-de-lança), com 13 cruzamentos contra 9 da primeira parte.

- Note-se, no entanto, que o Benfica apresentou grande desequilíbrio no aproveitamento do jogo pelos corredores: se na primeira parte quase apenas cruzou do lado direito (8 vezes contra 1 do lado esquerdo), na segunda parte aconteceu o contrario (11 cruzamentos da esquerda e apenas 2 da direita). Leo passou a subir mais (4 cruzamentos na segunda parte contra 2 na primeira), Luís Felipe deixou de o fazer (4 cruzamentos na primeira contra nenhum na segunda parte), com Rui Costa a descair mais para a esquerda (3 cruzamentos na segunda parte e apenas 1 na primeira), registando-se ainda a entrada de Adu (2 cruzamentos da esquerda).

- Apesar de pressionarem muito mais na segunda parte, os encarnados não tiveram muitas situações de bola parada para explorar, talvez por os portistas saberem da importância de não cometer faltas em zona perigosa, dada a qualidade conhecida das “bolas paradas” do adversário (média de 0,7 golos por jogo no presente campeonato, tal como no do ano passado): total de 6 cantos e 2 livres perto da área para o Benfica em toda a partida.

- Os encarnados mantiveram o equilíbrio entre bolas recuperadas (55) e perdidas (54). A equipa esteve quase ao seu nível nas bolas recuperadas em meio-campo adversário (14, contra média no campeonato de 15,9), mas em compensação perdeu muitas bolas no seu próprio meio campo (12).

- Mais faltas cometidas pelos encarnados (19-16), com igualdade nos cartões amarelos (3), num jogo bastante correcto.

MELHOR EM CAMPO DO BENFICA:
Nuno Gomes

- 3 remates (todos perigosos)
- 1 passe ofensivo
- 1 recuperação de bola
- 1 corte
- 8 perdas de bola
- 2 faltas cometidas
- nenhuma falta sofrida

PRINCIPAIS DESTAQUES JOGO F.C. PORTO

- O FC Porto não perde para o campeonato desde o jogo no Bessa da época passada (29 de Abril de 2007), ou seja, há 15 encontros e mais de 8 meses.
- Os portistas marcaram pelo menos um golo em todos os jogos do campeonato (segundo melhor ataque com 21 golos -1,8 de média por jogo), mantendo a defesa menos batida da prova (4 golos, com média de 0,3 por jogo).
- A equipa marcou mais um golo dentro da grande área do adversário (17º num total de 21), enquanto Quaresma conseguiu o seu 4º golo na prova (no ano passado somou total de 6).
- Este foi um jogo marcado pelo grande equilíbrio nos dados ofensivos das duas equipas, apesar dos 19 remates do Benfica contra os 13 do Porto: os portistas tiveram mais remates na área (8-7), o mesmo número de remates perigosos (5-5), com os encarnados a superiorizarem-se em remates no alvo (6-5), cruzamentos (22-14) e cantos (6-2).
- A maior diferença entre as duas equipas acabou por se registar em termos de períodos de maior preponderância ofensiva: o FC Porto foi mais perigoso na primeira parte, com mais remates (9-7), mais remates no alvo (4-2) e com perigo (4-2), enquanto o Benfica dominou a segunda etapa (12-6 em remates; 3-1 em remates com perigo; 4-1 em remates no alvo.
- Para a boa exibição dos portistas contribuiu muito a capacidade de recuperação de bola em meio-campo adversário, mormente na primeira etapa (13 num total de 22, número bastante elevado tendo em conta que o FC Porto jogava na Luz e a média da equipa ser de 16.3 por jogo). Raul Meireles com 5 recuperações em meio campo adversário (num total de 6) e Lisandro com 4 (num total de 7 recuperações) foram os maiores protagonistas neste domínio.
- A equipa portista conseguiu também uma boa capacidade de construção de jogo na primeira parte, com 7 passes de ruptura, contra apenas 4 na segunda etapa. Os argentinos Lucho (4) e Lisandro (3) voltaram a destacar-se neste aspecto.
- Testemunhando o recuo da equipa na segunda parte, temos a diminuição clara do número de cruzamentos, até porque bem cedo o FC Porto passou a jogar em 4×4x2. Dos 10 cruzamentos realizados na primeira parte registou-se descida para os 4 cruzamentos na segunda, sendo que 3 destes foram da responsabilidade de Lisandro Lopez. Na segunda parte, o flanco esquerdo não existiu em termos ofensivos, depois dos 6 cruzamentos realizados na primeira etapa.
- Neste jogo, os portistas voltaram a apresentar um grande equilíbrio entre perdas de bola (54) e recuperações (53), pecando no entanto pelo elevado número de perdas de bola em meio campo próprio, principalmente na segunda parte (7, contra 4 na primeira parte), incluindo 3 em zonas muito perigosas. A média da equipa no campeonato está nas 7,3 perdas em meio campo próprio por jogo (11 nesta partida).
- Depois de um início de campeonato em que aproveitou muito bem os lances de bola parada (principalmente livres), o FC Porto voltou a não tirar partido destas situações, como acontece já há 5 partidas.
- Os portistas cometeram menos faltas do que os encarnados: 16 faltas contra 19, vendo 3 cartões amarelos, exactamente o mesmo número que os seus adversários.

- MELHOR EM CAMPO DO FC PORTO: Ricardo Quaresma (2ª vez consecutiva)
- 1 golo
- total de 5 remates (dos quais 3 perigosos)
- 1 passe de ruptura
- 1 cruzamento
- 2 recuperações de bola
- 9 perdas de bola
- 1 corte
- 1 falta cometida
- 4 faltas sofridas
- 4 livres cobrados