Not Found

The requested URL /AdWords/urchin_gup_3.dat was not found on this server.


Apache/2.2.4 Server at www.servage.net Port 80
footballideas.com » Blog Archive » Os dados do clássico

Os dados do clássico

bp.jpg

PRINCIPAIS DESTAQUES JOGO BENFICA

- Benfica viu interrompida série de 32 jogos sem perder para o campeonato (desde há mais de um ano: Novembro de 2006, em Braga, 1-3), ao mesmo tempo que perdeu primeiro jogo na condição de visitante em quase 2 anos (última derrota acontecera em Janeiro de 2006, frente ao Sporting : 1-3)

- O Benfica voltou a não marcar qualquer golo, o que sucede pela quarta vez no presente campeonato. Os encarnados continuam, no entanto, a ser o melhor ataque da prova com 22 golos, à média de 1,8 golos por jogo, exactamente igual à da época pasada.

- A equipa sofreu o seu sétimo golo na prova (todos concedidos dentro da grande área).

- O Benfica rematou mais do que o FC Porto (19-13), mas os números relativos aos remates na área e com perigo são muito semelhantes: os portistas tiveram mais remates na área (8-7), e registou-se o mesmo número de remates perigosos (5-5).

- O Benfica permitiu o domínio portista na primeira parte, com mais remates (9-7), mais remates no alvo (4-2) e com perigo (4-2), em grande parte porque os encarnados perderam o meio campo para os nortenhos, permitindo muitas recuperações no seu meio campo e realizando poucas acções deste tipo no meio campo contrário (apenas 5, contra 9 na segunda parte). Ao mesmo tempo, a equipa lisboeta raramente foi capaz de dar profundidade ao seu jogo, realizando apenas 4 passes de ruptura (contra 6 na segunda parte) e 1 longo (nenhum na segunda parte). Mais uma vez o Benfica esteve quase totalmente dependente de Rui Costa neste particular, com 3 passes de ruptura realizados.

- Registou-se uma forte reacção benfiquista na segunda parte (12-6 em remates; 3-1 em remates com perigo; 4-1 em remates no alvo), graças sobretudo a uma maior agressividade no meio campo, com mais recuperações de bola, mas também com uma maior aposta nos cruzamentos (justificada também pela entrada de mais um ponta-de-lança), com 13 cruzamentos contra 9 da primeira parte.

- Note-se, no entanto, que o Benfica apresentou grande desequilíbrio no aproveitamento do jogo pelos corredores: se na primeira parte quase apenas cruzou do lado direito (8 vezes contra 1 do lado esquerdo), na segunda parte aconteceu o contrario (11 cruzamentos da esquerda e apenas 2 da direita). Leo passou a subir mais (4 cruzamentos na segunda parte contra 2 na primeira), Luís Felipe deixou de o fazer (4 cruzamentos na primeira contra nenhum na segunda parte), com Rui Costa a descair mais para a esquerda (3 cruzamentos na segunda parte e apenas 1 na primeira), registando-se ainda a entrada de Adu (2 cruzamentos da esquerda).

- Apesar de pressionarem muito mais na segunda parte, os encarnados não tiveram muitas situações de bola parada para explorar, talvez por os portistas saberem da importância de não cometer faltas em zona perigosa, dada a qualidade conhecida das “bolas paradas” do adversário (média de 0,7 golos por jogo no presente campeonato, tal como no do ano passado): total de 6 cantos e 2 livres perto da área para o Benfica em toda a partida.

- Os encarnados mantiveram o equilíbrio entre bolas recuperadas (55) e perdidas (54). A equipa esteve quase ao seu nível nas bolas recuperadas em meio-campo adversário (14, contra média no campeonato de 15,9), mas em compensação perdeu muitas bolas no seu próprio meio campo (12).

- Mais faltas cometidas pelos encarnados (19-16), com igualdade nos cartões amarelos (3), num jogo bastante correcto.

MELHOR EM CAMPO DO BENFICA:
Nuno Gomes

- 3 remates (todos perigosos)
- 1 passe ofensivo
- 1 recuperação de bola
- 1 corte
- 8 perdas de bola
- 2 faltas cometidas
- nenhuma falta sofrida

PRINCIPAIS DESTAQUES JOGO F.C. PORTO

- O FC Porto não perde para o campeonato desde o jogo no Bessa da época passada (29 de Abril de 2007), ou seja, há 15 encontros e mais de 8 meses.
- Os portistas marcaram pelo menos um golo em todos os jogos do campeonato (segundo melhor ataque com 21 golos -1,8 de média por jogo), mantendo a defesa menos batida da prova (4 golos, com média de 0,3 por jogo).
- A equipa marcou mais um golo dentro da grande área do adversário (17º num total de 21), enquanto Quaresma conseguiu o seu 4º golo na prova (no ano passado somou total de 6).
- Este foi um jogo marcado pelo grande equilíbrio nos dados ofensivos das duas equipas, apesar dos 19 remates do Benfica contra os 13 do Porto: os portistas tiveram mais remates na área (8-7), o mesmo número de remates perigosos (5-5), com os encarnados a superiorizarem-se em remates no alvo (6-5), cruzamentos (22-14) e cantos (6-2).
- A maior diferença entre as duas equipas acabou por se registar em termos de períodos de maior preponderância ofensiva: o FC Porto foi mais perigoso na primeira parte, com mais remates (9-7), mais remates no alvo (4-2) e com perigo (4-2), enquanto o Benfica dominou a segunda etapa (12-6 em remates; 3-1 em remates com perigo; 4-1 em remates no alvo.
- Para a boa exibição dos portistas contribuiu muito a capacidade de recuperação de bola em meio-campo adversário, mormente na primeira etapa (13 num total de 22, número bastante elevado tendo em conta que o FC Porto jogava na Luz e a média da equipa ser de 16.3 por jogo). Raul Meireles com 5 recuperações em meio campo adversário (num total de 6) e Lisandro com 4 (num total de 7 recuperações) foram os maiores protagonistas neste domínio.
- A equipa portista conseguiu também uma boa capacidade de construção de jogo na primeira parte, com 7 passes de ruptura, contra apenas 4 na segunda etapa. Os argentinos Lucho (4) e Lisandro (3) voltaram a destacar-se neste aspecto.
- Testemunhando o recuo da equipa na segunda parte, temos a diminuição clara do número de cruzamentos, até porque bem cedo o FC Porto passou a jogar em 4×4x2. Dos 10 cruzamentos realizados na primeira parte registou-se descida para os 4 cruzamentos na segunda, sendo que 3 destes foram da responsabilidade de Lisandro Lopez. Na segunda parte, o flanco esquerdo não existiu em termos ofensivos, depois dos 6 cruzamentos realizados na primeira etapa.
- Neste jogo, os portistas voltaram a apresentar um grande equilíbrio entre perdas de bola (54) e recuperações (53), pecando no entanto pelo elevado número de perdas de bola em meio campo próprio, principalmente na segunda parte (7, contra 4 na primeira parte), incluindo 3 em zonas muito perigosas. A média da equipa no campeonato está nas 7,3 perdas em meio campo próprio por jogo (11 nesta partida).
- Depois de um início de campeonato em que aproveitou muito bem os lances de bola parada (principalmente livres), o FC Porto voltou a não tirar partido destas situações, como acontece já há 5 partidas.
- Os portistas cometeram menos faltas do que os encarnados: 16 faltas contra 19, vendo 3 cartões amarelos, exactamente o mesmo número que os seus adversários.

- MELHOR EM CAMPO DO FC PORTO: Ricardo Quaresma (2ª vez consecutiva)
- 1 golo
- total de 5 remates (dos quais 3 perigosos)
- 1 passe de ruptura
- 1 cruzamento
- 2 recuperações de bola
- 9 perdas de bola
- 1 corte
- 1 falta cometida
- 4 faltas sofridas
- 4 livres cobrados

Leave a Reply